Praticamente todo mundo gosta de viajar. O problema é ter que pagar passagem aérea, hotéis, alimentação, pacotes turísticos, guias, postais… Isso desanima a maioria das pessoas que, por não conseguir otimizar o orçamento, acaba adiando o sonho de conhecer outros lugares.

O objetivo desse post é reunir algumas dicas básicas que parecem óbvias, mas são muito preciosas e podem ajudar no momento de economizar com uma viagem ou até mesmo um passeio.

1 – Corte gastos com transporte

Antes de começar a planejar a viagem, tenha um orçamento “bruto” em mente. Use um aplicativo de calculadora de férias para ajudar. Se você sabe logo de cara até quanto está disposto a gastar em passagens aéreas, ônibus, trens etc, esse tipo de aplicativo pode te dar uma luz. Viajar barato não é apenas reduzir custos, é também tirar o máximo de proveito do que você gasta. Você pode descobrir, por exemplo que o seu orçamento é capaz de te levar a um lugar que você pensou ser muito caro.




Se as datas são flexíveis para você, melhor ainda! Você pode encontrar uma melhor seleção de lugares para se dar o luxo de visitar. Brinque com datas, tenha paciência, uma hora se acha a passagem certa!

Uma ferramenta do Google interessantíssima que agora está começando a funcionar no Brasil é o Google Flights. Use e abuse!

Alguns sites como o Skyscanner permitem criar alertas para quando os preços baixarem ou subirem. Por isso é importante planejar o quanto antes a procura de passagens aéreas, pode ser que os preços oscilem (ou não).

Se sua viagem é de curta distância, não deixe de se informar sobre os preços de caronas em apps como Bla Bla Car ou até mesmo de ônibus.

Se for em uma viagem pela Europa, o site que mais gosto de pesquisar passagens (de todos os tipos de meios de transporte) é o Go Euro.

2 – Compare bem as opções de hospedagem

Encontrar um quarto de hotel/hostel pode ser fácil através de ferramentas como o Booking (ao lado!), mas demanda um pouquinho de tempo.

Não deixe de verificar opções de promoções, proximidade com pontos turísticos, higiene etc.

Vale muito a pena pesquisar o preço do transporte público na cidade onde vai se hospedar (e, principalmente, se é seguro andar nas ruas e utilizá-los). Faça uma estimativa de quanto irá utilizar ou se consegue andar longas distâncias a pé. Assim, um hotel um pouco mais afastado pode ser uma boa. Além disso hotéis fora de zonas turísticas podem ser próximos a comércios um pouco mais em conta (supermercado, etc).

3 – Coma com sabedoria (não apenas saudável)

Muitos viajantes acreditam que reduzir ao máximo os custos com alimentação significa comer apenas fast foods ou então comprar pão com pão para comer durante dias. Particularmente, não acho que seja de grande eficiência financeira. Meu conselho é levar uma quantidade de petiscos saudáveis para beliscar enquanto estiver com fome: uma quantidade sem exageros que não atrapalhe no peso da bagagem, mas que te permita repor energias enquanto caminha a busca de melhores e mais baratos lugares para se alimentar. Preste atenção em mercados que as pessoas locais frequentam, compre frutas (dependendo de onde estiver é meio difícil) e tente fazer sua própria refeição ao menos uma vez por dia da viagem.




Jantar fora é uma das partes mais agradáveis de se viajar. Não deixe de curtir essa experiência e aproveitar para conhecer um pouco mais da cultura do lugar. Estipule, além disso, um orçamento diário para comida. Se conseguiu economizar um pouquinho mais no almoço, pode se dar ao luxo de ter um jantar com mais ‘fartura’.

4 – Fique de olho no câmbio

Se você for viajar para o exterior, nunca deixe para trocar sua moeda de última hora. No Brasil, principalmente nesse momento instável da economia, é muito comum presenciar enormes variações com o câmbio, principalmente com dólar e euro. Se você está juntando dinheiro em poupança ou até mesmo em cofrinhos, considere a hipótese de trocá-lo mensalmente em uma casa de câmbio (ou até mesmo com amigos que acabaram de viajar, se for vantagem) para que possa ter, ao final de tudo, um um preço médio no câmbio. Essa dica vale ouro, principalmente para quem vai fazer intercâmbio e fica muito tempo fora.

Leia também: Perdi meu passaporte. E agora?

Considere utilizar cartões de crédito em situações emergenciais. Evite-o!

5 – Compre um Chip/SIM pré-pago promocional do seu destino

Se você for ficar, no mínimo, 15 dias fora do país, cogite a hipótese de adquirir um chip pré pago para o seu celular assim que você chegar ao seu destino. De maneira alguma tente usar o serviço de roaming das operadoras, eles custam caríssimo!

Pode ser um investimento pois assim conseguirá utilizar muitas ferramentas como as que mostramos no post anterior.

6 – Esqueça os souvenirs!

Esqueça-os! Ou, se você realmente precisa trazer uma pequena lembrança para a casa (ou para um amigo que o ajudou com a viagem) faça uma pesquisa antes de compra-los. Aproveite para pesquisar os preços em TODOS os lugares que for e tente fazer isso o quanto antes, pois assim saberá de uma vez por todas onde compra-lo e não perderá tanto tempo de viagem pesquisando. Se você não for apegado aos itens com nomes dos lugares, uma ótima dica é trazer algo retirado de um lugar que você realmente vivenciou. Um exemplo bem clichê são as conchinhas que costumamos trazer das praias que visitamos.

Tenho em minha casa folhas de árvores do Chile, tampinhas de garrafas de cervejas mexicanas, copos de um bar dos EUA (que pedi ao garçom!) até mesmo uma pedra de uma calçada portuguesa.

Espero que com as dicas o seu sonho de viajar se realize em breve!

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